Serviço a la Salvatore Cacciola para pobres
Postado por Sergio em 27 Ago 2008 | Em: 100 Categoria
Postado por Sergio em 27 Ago 2008 | Em: 100 Categoria
Postado por Sergio em 24 Ago 2008 | Em: Blog
Eu tinha dito que por essa época ajudaria um querido amigo em sua campanha para prefeito. Pois é, estou.
O Wamberto é um amigo de fé, irmão e camarada e pensamos igual sobre muitas coisas desde os áureos tempos da juventude.
Encontrei uma equipe formada, com vontade, e isso tem animado a campanha. O Wamberto tem chances de vencer (na campanha anterior, ficou em segundo) e merece um chance para testar suas idéias de governo. Ele é um socialista-cristão em essência.
Agora, faltando 40 dias para o pleito, a pressão e a adrenalina só aumentam. Um menino até fez um site da campanha. (Ainda com problemas de visualização no FF, mas já alertei sobre isso).
E aqui, esse blogue, feito para ocupar meus momentos de ócio, cada dia mais não me encontrando ocioso. Esse blogue não tem leitores, tem amigos. Por isso, uma postagem de satisfação para sumiços prolongados.
Mas continuo lendo os fides e comentando quando o assunto suscita.
E também, preciso contatar o mecânico do blogue para quando puder, me ajudar a atualizar a bagaça.
E o Google, cassou meu PR… Era 5, veio para 4 e agora ZERO. Tem culpa eu?
Postado por Sergio em 22 Ago 2008 | Em: Internet
Quando estava redigindo a postagem anterior, que vocês podem reparar foi no transcurso da partida USA x Rússia, eu fiquei em dúvida sobre a acentuação da palavra volei.
Quando se tem um navegador como o Firefox e a janela para o Google à mão, acho que eu como toda a torcida do Corinthians somos pela facilidade: porque abrir uma nova aba para o dicionário?
Isso feito, a primeira mensagem é uma parcial da partida em curso, pela busca do termo volei.
O que falta ainda para que indexem?
.
Postado por Sergio em 22 Ago 2008 | Em: educação
Jogando USA x Rússia no volei masculino. Reparei que pelos cantos da quadra estão postadas chinesinhas gandulas.
Elas recolhem as bolas fora de jogo e as enxugam, delicadamente, com o exagero de uma toalha branca e felpuda. Um detalhe, entre os muitos detalhes que os chineses bem cuidaram nessa olimpíada.
Só Deus sabe o que podem estar passando os chineses com respeito à coação de seus direitos (!) em nome da segurança dos jogos, mas que eles estão de parabéns com relação a detalhes, isso estão. (Por ora, ressalvados os embustes da abertura)
E fiquei pensando no Brasil, caso consiga ser eleito para organizar uma edição dos jogos olímpicos, coisa que está pleiteando.
Tome esse detalhe da toalha. Felpuda, branca para não esconder a sujeira. Quando um tanto quanto sujas, são trocadas. (Pô, coisas de auge das estrelas do rock mundial)
Inclusive, quando reparei, a chinesinha estava a pegar uma toalha ainda dobrada, cheirando a confort, aposto. E, como já estava pelo terceiro set, não era a primeira tolha a ser usada na partida.
Por aqui, primeiro teriam a lembrar que gandulas num jogo de volei podem também compor o cenário como referencial de organização. Já existe isso? Ótimo, meio caminho andado.
Depois, disponibilizar essas toalhas para seu trabalho. A partir daí, entra o lado fortemente brasileiro oficial de organização.
Primeiro, que iriam estimar o uso de 1.000 toalhas para o torneio. Comprar localmente em cada cidade onde ocorrerem as partidas? Não, claro que não. Sem compras centralizadas, complica. Como fazer para faturar o “por fora”, em cima?
Bem, que tal orçar 2.000 toalhas, sendo que 1.000 delas, de “mentirinha”? E o fornecedor nem precisa enviar 1.000 pois é um exagero de pacotes. Mandam 900 unidades, pois que ninguém irá mesmo conferir na entrega…
Se por azar conferirem e reclamar, mandam as 100 faltantes. O tal SCC: “Se colar, colou”.
Depois, elas ficam “bonitinhas” por alguns meses em algum almoxarifado. Até que alguém dali as descubra e resolva colocar algumas pelos banheiros do local, detalhe que nunca existiu por ali.
Pacote aberto, e muitas delas habitarão fundo de mochilas e suspeitos invólucros de jornal, deixando o local, no fim dos expedientes.
Começa o “esquenta” do evento e, conforme as planilhas, lotes delas deverão seguir para cidades sedes, juntamente com outros materiais.
Nas cidades sedes, aquelas coisas fofas (Quantas! Mas são muitas!) servem também a fins pré organizacionais. E fundos de mochilas e suspeitos invólucros de jornais.
Resumindo: Ainda pelo meio da competição, os gandulas terão nos vestiários à sua disposição, uns panos para limpar bola jogados pelos fundos de um latão (uma bombona cortada também serve…).
Não sou cruel. Mas que ficou uma caricatura fiel, aposto que você duvide.
Postado por Sergio em 19 Ago 2008 | Em: Política
Nunca na história desse país um presidente foi tão aquinhoado pela sorte como o Lula.
Não bastasse ter herdado do governo anterior um modelo de correção econômica eficaz, foi feliz no passo seguinte de economias que fizeram esse mesmo trajeto: o da recuperação econômica com busca de justiça social.
O passo atual, do crescimento sustentado com distribuição de renda, teve nesse governo suas bases alicerçadas. Graças ao crescimento da economia no mundo puxado pela China, todos sabem.
E eis que surge o petróleo do pré-sal, como ficou identificado o gigantesco campo mar adentro (e a fundo) de nossas praias. Leva o país à condição de exportador, de estar por enquanto, como a oitava potência no mundo petrolífero. Que mudança, hem?
E olhem só a prosaica faca e queijo na mão do governo: ele pode decidir como será a exploração dessas jazidas. É muito poder.
E tanto poder, que Lula disse: “Quero o dinheiro do petróleo do pré-sal seja aplicado na Educação”.
Alvíssaras, pois se tal acontecer, será um derrame tão grande de dinheiro que, por mais que roubem em seu trânsito restará o bastante para mudar a face da nação.
Dinheiro em Educação significa mais escolas, professores melhor preparados e pagos, saúde e alimentação de qualidade para as crianças do infantil à universidade, oportunidades para desenvolver uma atividade esportiva com apoio integral, fim das favelas, fim da delinqüência infanto-juvenil. Enfim, um outro país.
Lindo. Mas, e para se chegar a isso? Demoraria ainda, quando pouco, uns dez anos para começar. Mas começaria.
E porque uma nova estatal?
Ora, se você fosse um governante tal o Lula, com altos níveis de aprovação e sem uma ocupação para depois de seu último mandato, não ficaria excitado com a possibilidade de vir a aceitar (docemente constrangido, é claro…) a presidência dessa estatal que pode colocá-lo, definitivamente, como um dos grandes nomes da História da Humanidade?
Não corto meus cojones se não for isso que passa pela cabeça de nosso presidente. Mas fosse eu, pensaria assim.
.